• Nádia Simonelli

Artista produz azulejos e preenche vazios de fachadas portuguesas

Joana de Abreu busca com o seu projeto, sobretudo, atentar para a preservação do patrimônio azulejar de Portugal


Conteúdo do Casa.com.br


Quando pensamos em Portugal, é impossível não lembrar dos famosos azulejos que revestem tanto a fachada de prédios quanto os seus interiores. Inerentes à cultura e à arquitetura lusa, as peças de cerâmica conferem cor e vida às construções do país.


Mais do que elementos estéticos, que valorizam e qualificam edifícios, os azulejos são parte importante da história de Portugal e sua expressão artística. Além da luz, neles se refletem o repertório do imaginário português, a preferência pela descrição realista e a atração pelo intercâmbio cultural.


A inserção destas peças na cultura nacional começou há muito tempo – em 1498 –, quando o então monarca D. Manuel I desembarcou na Espanha, entrou em contato com os azulejos árabes e decidiu importá-los para a sua residência, no Palácio Nacional de Sintra


A partir deste encantamento, as peças passaram a receber as mais diversas influências de culturas e estilos ao longo dos anos. A parte triste desta história é que, hoje, muitas das fachadas se encontram degradadas e incompletas devido à ação do tempofalha na manutenção e até mesmo roubos.


Inquieta por estas questões e sensibilizada pela importância cultural dos azulejos, a artista portuguesa Joana de Abreu criou seu sensível projeto de intervenção pública: o Preencher Vazios.


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